COMO UMA FADA O ARTISTA É AQUELE QUE RECEBE O DOM DE TOCAR E TRANSFORMAR...

domingo, 14 de outubro de 2012


 OBRAS DE Vicente do Rego Monteiro


 A REZA
A VIOLONCELISTA

ADÃO E EVA

AMPARO
ARTESÃO CRAFTSMAN

AS RELIGIOSAS
MENINO E OVELHA
CERAMISTA
DEPOSIÇÃO
DIANA CAÇADORA


EQUILÍBRIO
FIGURA SENTADA
GATO E TARTARUGA
IRMÃ CLARISSA
LEDA E O CISNE
LEDA E O CISNE
MATERNIDADE INDÍGENA
MATERNIDADE
MENINO NU E TARTARUGA
MINHA CAFETEIRA
MULHER COM ESPELHO
MULHER COM GALINHA
MULHER E BICHOS
MULHER NA JANELA
MÃE COM CRIANÇAS
NATUREZA MORTA
NOVIÇA E T
O BOTO
O CIRCO
O GOLEIRO
O VAQUEIRO
OS TENISTAS
PASTOR
PIETÀ
RETRATO DE ADELAIDE
SEM TÍTULO
SEM TÍTULO
 SEM TÍTULO
SÃO FRANCISCO
UMA MULHER
VEADO E CORÇA



 Vicente do Rego Monteiro

Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) foi um pintor brasileiro. Seus quadros foram expostos em museus nacionais e internacionais. Foi professor do Ginásio Pernambucano e da Escola de Belas Artes do Recife e do Instituto Central de Artes de Brasília. Foi também escultor e poeta.

Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) nasceu no Recife, no dia 19 de dezembro de 1899. Filho de Ildefonso do Rego Monteiro e Elisa Cândida Figueredo Melo, prima do pintor Pedro Américo, desde cedo demonstrou vocação para a pintura. Iniciou-se nesta arte sob a orientação de sua irmã, também pintora Fédora do Rego Monteiro.

Em 1911 mudou-se para Paris, onde estudou na Académie Julian, e frequentou a Académie Colarosi e a Académie de la Grande Chaumière. Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, em 1914, voltou ao Brasil, fixando residência no Rio de Janeiro.

Em 1920 realizou uma exposição de quadros, explorando motivos indígenas, que foi considerada pela crítica como futurista. Aproximou-se da corrente modernista de pintura de São Paulo, especialmente de Di Cavalcanti e Tarsila do Amaral, além do romancista Oswald de Andrade.

Vicente do Rego Monteiro voltou à Paris e, em 1922 viajou por diversos países da Europa, em companhia de seu amigo o sociólogo e escritor Gilberto Freire. De volta ao Recife, passou a colaborar com o jornal de extrema direita - Fronteiras.

Com o Estado Novo, em 1938, foi nomeado diretor da Imprensa Oficial e professor de desenho do Ginásio Pernambucano, pelo então interventor Agamenon Magalhães. Nesse período tentou ser produtor de aguardente no engenho Várzea Grande e produtor cinematográfico. Alguns de seus filmes foram exibidos na França.

Em 1939, editou junto com Edgar Fernandes, a "Revista Renovação", dedicada à educação popular. Promoveu no Recife e em Paris Congressos de poesia, com a colaboração dos poetas João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna, Carlos Moreira e Edson Régis.

Entre os anos de 1946 e 1957 viveu em constantes viagens entre Paris, Rio de Janeiro e São Paulo. De volta ao Recife foi contratado professor da Escola de Belas Artes. Passou a colaborar com o Jornal do Comércio. Em 1966, transferiu-se para Brasília, onde assumiu o cargo de professor do Instituto Central de Artes.
Vicente do Rego Monteiro faleceu no Recife, Pernambuco, no dia 5 de junho de 1970.




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